quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Pensamento do dia

"Eu já sei que existe um desajuste entre o Mundo e eu. Agora eu só não sei se é o vosso ou o meu."

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O meu espírito natalício


O e-mail que enviei há uns dias à equipa.


Querida Lena, querido Theo. Então que tal?
Nós andamos do jeito que se quer
Entre dias que passam menos mal
Lá vem o Rodrigo que nos dá mais que fazer

Mas falemos de coisas bem melhores
O Benvindo faz postais por medida
O João dá-lhe nos computadores
E a Rita faz bolos com saída

Cá chegou direitinha a Paula
No avião que lhe trouxe à felicidade
Poncha e bolo do caco p'ra merenda
Sempre dá para enganar a saudade

Espero que não demorem a mandar
Novidade na volta do correio
Ou a Ana uma reunião nos faz agendar
E assim acaba-se o recreio

Já não tenho mais assunto pra escrever
Cumprimentos ao resto do pessoal
Um abraço desta que tanto vos quer
Só não vou passar aqui o Natal

Sobre o Natal

"Chegaste às minhas bolas e partiste-me logo uma!"

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Conversas de pódio

Acho que vamos ter que ir ao IKEA comprar uma estantezinha para coleccionar taças. Tipo clube desportivo.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Problemas de expressão

"Vou aquecer a minha comida ao Mc(Donald's) antes que vocês tentem!"

Os detalhes fazem a diferença

Para preservar a sanidade mental dos elementos do departamento criativo foi estabelecida uma regra: cada vez que qualquer um de nós começar a cantarolar as músicas da série são depositados no nosso mealheiro colectivo 0,10€.
A ideia é irmos almoçar depois com esse dinheiro.

Eu já dei 0,30€. Agora também já se paga imposto para cantar, só estamos a seguir o exemplo do nosso governo. A diferença é que esse imposto vai servir para um bem futuro, já o dinheiro que descontamos para a segurança social vai para uma reforma imaginária.

Mas isso são só pequenos detalhes, não é?

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Mais uma p'ra estatística

Já toda a gente escreveu crónicas,  notas de rodapé, estados de raiva no facebook e já os mandaram foder.
Não queria entrar numa de mainstream, mas apanhando a boleia, já agora gostava de me expressar igualmente. Vou ser muito directa e breve.

Em primeiro lugar, queria fazer minhas as palavras desta senhora e penso que nunca é de mais lembrar esta questão: "Vão-se foder. Todos. De uma ponta à outra".
Eu até "era" aquela que quase tinha pena. Sei lá. Se calhar as manifestações não serviam para nada, a merda já está feita à tantos anos, que podia vir qualquer um e, mesmo assim, não seria fácil de sair deste buraco. Mas depois há certas e determinadas coisas que não tinham de acontecer e nem sequer vou começar a fazer cálculos de cabeça, nem listinhas se não, não saio daqui.

Este país está a dar cabo das coisas mais essenciais à minha existência: a minha sanidade mental e a minha vida. Há uma coisa muito importante que é preciso aqui referir e é regra geral para qualquer coisa que se possa intitular de instituição: organização. Básico. 
Eu estou a ponderar em dar cursos intensivos e workshops de organização. Para os senhores governantes deste país aconselho o nível iniciado.

E não me apetece dizer mais nada, para não me enervar mais.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Nota de rodapé

Entre outras, há uma coisa que me aborrece.
Já que tudo nesta vida faz parte do tempo, tudo tem prazos, as coisas naturais chegam sempre naquele dia pré determinado pela natureza, filhos, rugas, verão, pôr-do-sol... não dava para especificar também timings no sono? Digo eu, que ando com jet lag infinito.

Para já o despertador fica a tocar pelo menos 20 minutos até o conseguir ouvir. Finalmente ouço. Só me apetece dormir mais 20 horas, depois vou a correr pro banho e se conseguir secar o cabelo é uma vitória. Se atrasar 1 comboio, atraso a minha vida toda. Chego ao trabalho, café, cigarro. Demoro mais 20 minutos a ligar o cérebro.
Agora são 1 da manhã e estou aqui!

Como é que se codifica o relógio biológico?


Mudei

Tenho só a avisar que a minha secretária já não é a mesma.

As regras mantêm-se. Já estive a averiguar e no "sítio novo" também há um local específico na cozinha onde se depositam tupperwares quando não há paciência para as levar p'ra casa (e acabam por ficar ali instaladas por tempo indeterminado), neste caso é uma gaveta.
Outra coisa: qual é a cena entre as pessoas que ocupam os cargos mais altos das empresas e os AC's? Cada vez que passo pela sala, sinto-me a atravessar a secção dos congelados.

 O outro era a mesma coisa.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Ser Designer III


Ser designer é ser mais alto, é ter mais paciência
Do que os homens! Morrer sem que ninguém veja!
É ser mendigo e dar como quem não seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!

É ter mil desejos profissionais
E ter de saber o que o cliente deseja!
É ter cá dentro arte que flameja,
É ter criatividade e asas de condor!

É passar fome, é ter olheiras de infinito!
Sem elmo, as noitadas de oiro e cetim…
É condensar o mundo num só grito!

E é trabalhar, assim, perdidamente…
É seres alma e trabalho e vida sem fim
E dize-lo cantando a toda a gente!

terça-feira, 10 de julho de 2012

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Vá lá...

se o deadline está quase a chegar, porque é que demoras sempre taaaanto tempo a aprovar as imagens?

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Secção perdidos e achados

Eu bem que avisei que os "tamparuéres" são um ser que cresce e se multiplica nas agências e nenhum Deus sabe porquê.
Pois bem, esta é a nossa secção de Perdidos e Achados.
São capazes de ficar aqui uma temporada inteira. Mas quando alguém decide adoptar para lhes dar amor e carinho nas suas casas, afinal toda a gente se lembra que realmente trouxe tupperwares e esqueceu-se de os levar.




terça-feira, 8 de maio de 2012

Alguém anda com overdose de CSI

Quero alertar para uma questão: uma coisa é melhorar uma imagem, outra é tirar o desfoque das fotografias para "se ver melhor as caras das pessoas".

Isto aqui não é o CSI em que, a partir de uma fotografia de má qualidade, se faz uma espécie de render e, por milagre, lá aparece uma fotografia acabadinha de vir de um banco de imagens.

terça-feira, 1 de maio de 2012

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Palcos flutuantes e espectáculo de pirotecnia

Ontem à noite, já a caminho de casa, depois de ter estado em casa de uma amiga a ver os Ídolos, devo ter despertado a minha veia liricista mais uma vez.
Não é que adore a música mas, não sei porquê, comecei instintivamente a cantar "não há estrelas do céu" de Rui Veloso. Automaticamente comecei a fazer uma adaptação à minha vida profissional.
Confesso que ficou um pouco depressivo, mas não deixa de ter graça (digo eu):

Não há ninguém no céu a dourar o meu caminho,
Por menos briefings que tenha sinto-me sempre cansada.
De que vale ter a chave da agência para entrar,
Sem uma nota no bolso pr'a cigarros e viajar?
[Refrão]
Esta vida de designer é bonita de se ver,
Tão depressa ganhamos projectos como a seguir estamos a perder.
Para mim hoje é um dia longo, preciso de um pouco d'ar,
Dá-me lá um bilhete de avião, para eu poder bazar!
Passo horas na agência, sei muito bem onde quero ir,
Tudo à volta está tão stressante, só me apetece fugir.
Nem me consigo ver ao espelho, o tempo é só para trabalhar,
De manhã ouço outro briefing que a account tem pr'a me dar.
[Refrão]
Hu-hu-hu-hu-hu, hu-hu-hu-hu-hu.
Vou por aí às escondidas, não quero ser encontrada,
Perdida nas artes finais e nunca mais achada.
Mãe, estou-me a sentir num trapézio sem rede,
Mais uma alteração por favor não, estou entre a espada e a parede.
Não vês como isto é duro, ser designer não é um posto,
Ter de encarar os clientes com olheiras no rosto.
Porque é que tudo é incerto, não pode ser sempre assim,
Se não fosse o Hip-Hop, o que seria de mim?

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Ser Designer II

Ser designer é sobrar mês no fim do dinheiro e continuar a acreditar que isto é a melhor coisa do mundo.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

terça-feira, 17 de abril de 2012

Ser designer I

Ser designer é tanta coisa que se torna difícil organizar as ideias e acabar num resumo claro.
Ser designer é, sobretudo, ser um psicólogo visual. É como se trabalhasse num consultório gráfico. Os clientes chegam, descrevem o seu "problema" e nós, indo de encontro ao seu perfil (e isto implica um estudo, uma análise e uma pesquisa extremamente detalhados), tentamos chegar a uma solução que seja viável e que funcione conforme a nossa perspectiva e que, ao mesmo tempo, seja suficientemente convincente e do agrado do cliente.
O pior é quando as nossas perspectivas estão completamente desalinhadas e a nossa função é (tentar) explicar que, conforme o bom senso do design, a solução que o cliente pensa ser a correcta simplesmente não funciona.
Aí gera-se uma guerra invisível. Do lado de lá conseguimos imaginar um portátil HP de 13", o Microsoft Outlook aberto e umas mãos no teclado com imensa vontade de escrever "Vocês são burros, isto é só fazer um quadrado!"
E deste lado os iMac's de 27" são as nossas janelas para o futuro, o Photoshop e o Ilustrator ajudam-nos a fazer coisas tão mágicas, como fazer as pessoas delirarem com os outdoors da nova temporada da série preferida ou o cartaz daquele concerto.
E no meio desta guerra toda entre cliente e designer a nossa verdadeira vontade é fazer uma montagem com a fotografia da cara da vítima no pior cenário possível.
Sim, ficamos com os nossos sentimentos criativos magoados quando ouvimos coisas como "isso é só fazer bonecos". Se quiserem podem abrir o Paint e tentar fazer um convite.
Ser designer é ter paciência e, se na altura não estiver em stock, é ter a capacidade de produzi-la de alguma forma.
Não temos que, obrigatoriamente, ser os geeks da tecnologia e ter um orgasmo intelectual cada vez que a Apple lança um novo gadjet. A verdade é que essa é a marca que lança os nossos instrumentos de trabalho preferidos. E a chegada do novo pacote da Adobe significa uma promoção.
Ser designer é ter um colapso cerebral cada vez que as alterações chegam em PowerPoint, pior é quando nos mandam conteúdos em Excel, nomeadamente imagens! Não quero tomar partido de ninguém, mas a verdade é que o Microsoft Office assemelha-se muito ao cubo mágico: sabemos o que é que faz, mas é tão difícil chegar a algum lado que o melhor é mesmo não mexer. E nós gostamos de coisas práticas, less is more.
Ser designer é descobrir todos os dias, pelo menos, um site ou um blogue, tentar desligar o computador à noite e delirar com "aquele cantinho" da Fnac.
Ser designer é ouvir o despertador entre as 07:45h e 08:30h, chegar a casa às 03:20h e, mesmo assim, conseguir ligar o rádio do carro, ouvir a música preferida e conseguir canta-la. Porque o sentimento de ver um projecto bem realizado é tão entusiasmante quanto a descoberta de um novo medicamento. A diferença é que não vem nos jornais.
Ser designer é poder usar "aqueles" tenis Nike, cortar o cabelo e usar umas calças não-sei-quê e, depois de levarmos com um tsunami de opiniões voluntárias, logo de seguida sermos confrontados com "Oh! São criativos (coitados)".
Ser designer é fazer reciclagem, não nos contentores, mas para os nossos projectos pessoais. É repararmos nas embalagens, comprar um pacote de bolachas só para ficarmos com uma referência visual. É termos uma pilha de 2m de revistas de todos os formatos e conteúdos, porque é uma referências visual. Tudo são referências visuais. E às vezes, coisas tão simples como aqueles anúncios que nos deixam presos ao pára-brisas, matam-nos por dentro. Não porque nos irrita (também), mas porque a concepção "daquilo"... enfim.
A memória visual é a nossa melhor amiga.
Ser designer é explicar todos os dias que fazer o que fazemos tem o seu tempo. E que por mais que as pessoas pensem que, à partida, "isto é uma coisa simples", não é.
Tentar perceber pensamentos que, a maior parte das vezes são o oposto dos nossos, é talvez o exercício mais desafiante desta profissão. E isso é o que nos destingue. Uma coisa é o que nós gostamos, outra coisa é fazermos o que os outros gostam, mesmo quando isso não tem nada a ver com o nosso gosto pessoal.
Ser designer é deixar a Bárbara, a Catarina e o Luís em casa, vestir o fato de psicólogo-criativo e salve-se que puder!
Mas no meio de tudo isto, ser designer é a melhor coisa do mundo! É ver, experimentar, explorar. É o detalhe. É a revista, o graffitti, a t-shirt, o carro, a fotografia, as ruas, as pessoas...

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Pfffff!

Eu odeio os vossos PowerPoint's(zinhos) com setinhas e notinhas a indicar as alterações.

'Tás a perceber, ou também queres que te faça um "desenho"?

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Outra vez não, a sério.

São 18:44, por favor.
Eu respeito sempre os timmings, as deadlines, as datas, tudo e mais alguma coisa. Porque é que me fazem esperar (e sofrer) desta maneira quando preciso de enviar as artes finais para a gráfica? 
O problema é vosso, não é meu. Mas se alguma coisa falhar, somos nós que entramos ao barulho e aos raspanetes.

(entretanto tive de fazer umas coisas)

São 19:16, por amor de Deus.
Agora é que dizem que não é preciso as artes finais?

Bem, vou para casa.

Ser Designer é ser solidário (também)

Isto é um teaser: um desafio maravilhoso de Freak.Quency!
Bora lá começar a aquecer o cérebro. Assim que saírem mais detalhes publicarei.
Até lá podem ficar atentos à freakquência e roerem as unhas a tentar perceber o que para aí vem...



quinta-feira, 12 de abril de 2012

Call 911

Eu sei que nada é perfeito. Que qualquer trabalho que possamos ter, vamos encontrar tantos ponto negativos como positivos.
Mas eu não sou de ferro.

Caros Clientes, I love you and mean it. Vocês são aqueles que fazem a minha criatividade crescer, bem como a minha capacidade enquanto profissional.
Mas porque é que me mandam e-mails com a label "URGENTE", tipo às 10 da noite? Depois de um dia inteiro de trabalho, a trocarmos e-mails de 5 em 5 minutos, só às 10 da noite é que se lembram que é urgente?!
E porque é que, mesmo assim, no dia seguinte, voltamos a comunicar via e-mail como se não houvesse amanhã e o subject é sempre "Aguardo nova maquete - URGENTE!"?
Eu não vos vou deixar num cesto à porta da igreja. Eu sei que, tal como eu vos tenho a vocês, vocês provavelmente também terão alguém a mandar e-mails do tipo "Aguardo que peça nova maquete - URGENTE!".
Mas vamos lá quebrar essa corrente pelo menos, até mim. Eu estou no fundo desta cadeia alimentar. Ou então, em vez de fazer Reply, abro uma nova janela em que o subject passa a ser "Aguardo aprovação - URGENTE! (até às 18h)" e passamos a comunicar sempre assim.

Férias


s. f. pl.

  Tempo durante o qual não funcionam aulas, tribunais, etc.
  Interrupção relativamente longa de trabalho, destinada ao descanso dos trabalhadores.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Parabéns Marisa!

Eu sou uma pessoa de festas, convívios e colectividades (como dizia o outro). E gosto muito quando alguém faz anos cá na agência.
Bolo, há sempre. E se não há, inventa-se. Foi o caso de hoje: a Marisa fez anos e não teve tempo de preparar qualquer coisa em casa, então teve-se de improvisar no microondas.
A criatividade anda por todo o lado!


terça-feira, 10 de abril de 2012

Se calhar exagerei um bocado.

O que nos liga é a Internet

Eu sei que devemos sempre ter uma visão futurista, aquilo que gostam de chamar "fora da caixa". Mas para isso, quase sempre, precisa-se dos "instrumentos" de hoje e do futuro. É quase impossível transformar e exteriorizar uma ideia futurista sem os meios necessários.
Tivemos à volta de 3 horas sem ligação à internet. Tudo parado. Ora fazíamos desenhos aleatórios nas folhas de rascunhos, ora nos encostávamos na cadeira, discutíamos um assuntos estúpido. Enfim. Na esperança que a internet batesse à porta e já a fazer apostas da quantidade de e-mails que poderiam surgir ou telefonemas - "Bárbara, viu o e-mail...?" Estamos sem internet.
É nestas alturas em que penso que é tão bom e tão mau termos toda esta tecnologia disponível. Eu sei que designer é uma profissão recente, ainda não tem muita história. Mas como é que os gajos faziam à 20 anos? Sinto-me muito pequenina neste momento.
Quanto mais temos, mais queremos ter, maiores são as nossas exigências e mais díficil se torna voltar ao príncipio.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

8 ou 80

Neste tipo de "emprego" é assim mesmo. Ou se trabalha até às 6 da manhã, ou apanha-se uma seca do caraças!
Não sei se prefiro desesperar por não saber a que horas vou chegar a casa, ou morrer de tédio sem nada para fazer...


quinta-feira, 5 de abril de 2012

Oração do dia



Clientes que queriam estar no céu,
santificado seja o nosso trabalho
mandem lá mais uma alteração,
é sempre feita a vossa vontade
aqui na agência, como em em qualquer lugar.
O briefing vosso de cada dia nos dai hoje,
perdoai as nossas ofensas
assim como nós perdoamos
quando ficamos a trabalhar até às 3 da manhã,
e não nos deixeis cair no desespero,
mas livrai-nos das noitadas.
Amén.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Escrita criativa

Estava eu à procura de qualquer coisa na minha mesa, quando encontro, para grande felicidade minha e da Catarina, um tesourinho.
Bem, lembram-se de já ter escrito sobre os brainstormings nas horas vagas? Isto não acontece só na altura do lanche.
O facto de termos mil programas e mil ficheiros abertos ao mesmo tempo (tem que ser) e por melhores que os computadores sejam, às vezes fazem-nos esperar. E quando o computador está a "pensar", faz-nos pensar a nós também. Eis que é quando isto acontece que surgem situações como esta:

The Dog Days are (not) over

"Dias de cão" normalmente significa ter um dia mau.
Cá na agência é isso mesmo e também pode ser convertido numa coisa boa: quando alguém trás o seu animal de estimação.
O Keeper nunca cá veio, porque acho que tem uma personalidade muito eufórica e livre. E por um lado, não gostava de ver o meu trabalho arruinado!
Mas, isso é uma situação a rever...

cá está ele!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

No Verão não se dá pelo tempo passar

O horário de Verão dá jeito porque às vezes dá para sair do trabalho ainda de dia. A isto é que se chama psicologia inversa.
Até porque está toda a gente mais contente, calor e tal. Isso também ajuda.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Às vezes...

já não sei se sou eu que ficou assim, ou os clientes:


Mas esta deve ser a visualização que cada um tem do outro.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Por falar em "tamparuéres"

Esta é uma das razões da existência deste blogue.

Isto é o que acontece quando almoço é o jantar do dia anterior, que veio de casa dos pais.

Tenho de desabafar:

às vezes os clientes magoam os meus sentimentos criativos.

Brainstorming nas horas "vagas"

Em qualquer actividade é preciso um momento de pausa. Uns fumam cigarros, outros bebem café, outros lancham... enfim. Momentos preciosos durante um dia árduo de trabalho, para tentar reaver alguma energia mental.
Nós aqui, sempre que isso acontece, temos uma tendência natural para rever a nossa criatividade noutros campos.
Por exemplo, estava a ter um momento de pausa com a Catarina quando, não sei porquê, lembrámo-nos daquela música do Pedro Abrunhosa, em que parece que ele tenta dizer tudo e mais alguma coisa que lhe vem à cabeça (não lhe tirando o mérito, até porque ser liricista não é pêra doce!).
Pegando nisso, fizemos uma interpretação adaptada ao nosso quotidiano e saiu mais ou menos assim:

Pedes-me uma alteração
Já tou cheio d'oubire
Depois vêm mais quatro gajos
Já não sei p'ra onde "ire"
Entretanto já vão dez alterações
Mas percebes que a primeira é que é a melhor

(e depois já não continuamos porque nos fartámos de rir)

quinta-feira, 22 de março de 2012

Aqui na agência está tudo viciado nisto:


... e eu adoro o video.

Aposto que isto vai dar jeito a muita gente

Pensava eu que aquela questão "acho que este texto está muito pequeno" que frequentemente (eu, pelo menos) me deparava na faculdade, ficava por lá. Naquelas alturas em que a teoria "less is more" não se aplica propriamente e que temos mesmo de encher chouriças de alguma forma.
Pois. Assim que entramos no mercado de trabalho percebemos que a conversa lero-lero é bastante utilizada e muito útil nos dias de hoje. Seja para escrever cartas ao Presidente da Câmara, escrever uma tese, apresentar uma proposta ou rematar os colegas de trabalho com uma simples resposta.
Por exemplo, hoje de manhã recebi um e-mail em que o subject era "CONVERSOR AUTOMÁTICO NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO" (estava escrito mesmo nestes modos) e dizia o seguinte: "Olá. Podem instalar nos vossos computadores. É muito útil". O seguimento das respostas a isto foi (os erros são propositados):
Ana,
"Obrigados."
Cajó,
"Ok Ricardo voo instalere o pugrama."
Ana,
"Inda bem cu cajo vae enstalar o púrgarma, ha ver se comessa a falare comedevesere."
Cajó,
"Axoque nao miresso este ataque amim."
Ricardo,
"Raius pra kéke bous abia de dari 'sta jringonza????"
Eu,
"No mundo actual, a revolução dos costumes assume importantes posições no estabelecimento dos modos de operação convencionais."


Pronto.

quarta-feira, 21 de março de 2012

A questão do "Bom dia"

Não sei se acontece a muita gente.
Podem chamar-lhe estupidez, parvoíce... mas o facto é que a expressão "bom dia" causa-me uma certa urticária.
Ainda por cima quando, antes disso poder acontecer, há toda uma viagem de comboio (a dormir) e de metro (meio zombie). E chego àquele open space, ainda com o cérebro a meio-gás, a tentar começar a processar o que há para fazer, já a imaginar o inbox atolhado e tenho de dizer "bom dia" e ouvir a mesma expressão repetida mil vezes, por mil vozes diferentes, por mil tons diferentes. Enfim. Sinto-me na montanha mais alta do mundo em que não posso sequer sussurrar, que a minha voz já lá vai à frente com companhia e não se cala.
E já que toda a gente se queixava deste detalhe, ficou decido substituir "bom dia" por o que se traz para o almoço.
Por exemplo, hoje cumprimentei toda a gente com "bife de frango e arroz de cenoura". Funciona!